quarta-feira, 7 de outubro de 2009

7 de outubro - Faltam 60 dias para a Hora do Clima Copenhagen


Vídeo "Relógio" com participação de Cauã Reymond


Mais de 2000 atividades ocorreram  dia 21 de setembro em 134 países inclusive no Brasil. Campanha tictactictac Hora de Acordar. No Brasil foram realizadas  mais de 200 e está registrada no vídeo
http://www.youtube.com/watch?v=S-E_XA2INUI

Dia 24 de outubro é a próxima Ação Global. Vamos participar!

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

11 de setembro - Dia do Cerrado

Já foi o tempo que o Cerrado era visto com características de árvore com casca grossa e tronco retorcido. 
Hoje é um bioma de grande importância onde abriga uma biodiversidade distinta e exótica. Pena que foi esquecida na nossa Constituição Brasileira. Mas existe uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 115/95 tramitando para que o Cerrado e a Caatinga tornem patrimônios  nacionais.
Dos 24% ocupados na região central do território brasileiro, o Cerrado já perdeu mais de 40% da sua cobertua vegetal, sendo substituída por plantações de soja, práticas agropecuárias e outros agronegócios, além da urbanização.
 Bioma que faz fronteira praticamente com todos os outros biomas brasileiros, serve de fluxo e berçário para muitas espécies de animais silvestre.É também considerado o berçário das águas do Brasil, uma vez que as principais bacias hidrográficas nescem dentro desse bioma.
                                
A vegetação do Cerrado é bastante diversificada. Ocorre em região rica em água subterrânea. Apresenta formas campestres bem abertas (matas secas, campo limpo, campo sujo e campo rupestre) até as formas relativamente densas (cerradão, mata de galeria e ciliar), além das veredas. As características de árvores de casca grossa e tronco retorcido com raízes profundas para suportar as elevadas temperaturas (e o fogo na época da seca) e a baixa umidade são típicas da vegetação arbórea e arbustiva que, apresentam também, raízes de 10 a 15 metros de profundidade. Encontra-se também vegetação lenhosa e herbácea, cuja esta possui raízes superficiais e órgãos subterrâneos, na forma de bulbo, que garantem a sobrevivência à seca  e ao fogo. E além de apresentar árvores de baixo porte, encontram-se árvores de 15 a 25 metros de altura.
A flora do Cerrado apresenta-se de forma exuberante e exótica. Destaca-se o ipê do cerrado, a copaíba, a lobeira, cagaita, pequi, araticum, gramíneas, orquídeas, canela-de-ema, pata-de vaca, pau-santo entre muitos outros.
A fauna destaca-se espécies endêmicas como: tamanduá-bandeira, tatu canastra, cachorro vinagre, anta, ema, siriema, cupins, lobo-guará, bem-te-vi,além de muitas outras espécies que transitam por lá.
O Governo Federal anunciou no dia 10 de setembro de 2009 um Plano de Ação de Prevenção e Controle do Desmatamento no Bioma Cerrado. O plano prevê vigilância com satélites, medidas para aumentar a fiscalização e criação de reservas e campanhas para controlar proprietários rurais.O plano terá um orçamento de US$ 200 milhões até 2011.

Imagens - fonte: www.bafanaciencia.blog.br/artigos/dia-do-cerrado; www.geografia.igeo.uerj.br/xsbgfa/cdrom/eixo3/3.3/228/figura6.jpg; www.biologo.com.br/planta/cerrado/paisagismo/flora-do-cerrado.jpg
Texto: Cristina Torres

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

É Hora de Agir - Faltam 96 dias

Ambientalistas e governos de todo o mundo aguardam, ansiosamente, pelo resultado da 15ª Conferência das Partes (COP-15) das Nações Unidas sobre Mudanças no Clima, que será realizada em dezembro em Copenhague (Dinamarca). Do encontro, espera-se a produção de um documento no qual países se comprometam a adotar metas ambiciosas de redução das emissões de carbono na atmosfera.
O tempo está passando e a ciência já deixou claro que não é possível mais esperar. De acordo com o painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU (IPCC, na sigla em inglês), a concentração do gás carbônico (CO2), principal causador do efeito estufa, aumentou 0,5% em apenas um ano. Desde 1990, o crescimento foi de 24%. As consequências do aquecimento global já são sentidas, com o derretimento de calotas polares, aumento do nível do mar e eventos climáticos atípicos.
Os blocos dos países menos desenvolvidos e estados-ilhas são os que mais temem a devastação provocada principalmente pelas nações industrializadas. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), os mais pobres, especialmente no Pacífico Ocidental, serão atingidos com maior gravidade por doenças como a malária e a dengue, provocadas por mosquitos que, devido às mudanças climáticas, alteram suas rotas. No Brasil, a desertificação de áreas como a caatinga poderá resultar em um grande número de desabrigados, assim como pode aumentar a quantidade de vítimas de enchentes atípicas, como as que vêm ocorrendo nos últimos anos.
Antes do encontro na Dinamarca, delegados de mais 180 países fizeram reuniões informais em Bonn e Bangcoc. Em agosto, na Alemanha, a demora nas negociações preocuparam o secretário da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática,Yvo de Boer. "Só temos mais 15 dias para discutir antes de Copenhague. E, nesse ritmo, não vamos conseguir", alertou, referindo-se à reunião que ocorrerá na Tailândia um mês antes da COP-15.
 A ONU defende que os países industrializados financiem pesquisas tecnológicas para as nações em desenvolvimento evitarem cometer os mesmos erros que resultaram no aumento da concentração de gases na atmosfera. É um ponto polêmico, sobre o qual ainda não há perspectivas de acordo. Nas negociações internacionais, o Brasil tem cobrado enfaticamente mais ações e menos dicursos por parte dos paíese ricos. Não apenas quanto ao financiamento, mas também às metas de redução de emissões.
Por outro lado, os negociadores brasileiro não concordam com um ponto polêmico que estará na pauta da COP-15: a entrada do mecanismo Redd (Redução de Emissões para Desmatamento e Degradação) no mercado de carbono. Por meio de financiamento de ações que ajudem a manter as florestas dos países em desenvolvimento de pé, os desenvolvidos poderiam compensar suas emissões. No entendimento do Itamaraty, isso vai fazer com que os ricos continuem a emitir carbono, passando suas responsabilidades para os menos industrializados.
A frente das negociações de uma pauta extensa, polêmica e sobre a qual há poucas concordâncias, estará a ministra de Clima e Energia da Dinamarca, Connie Hedegaard.
 Fonte: Correio Braziliense, 31de agosto de 2009.
Reportagem de Paloma Oliveto.
"Temos uma oportunidade única na vida de garantir a segurança do planeta para as futuras gerações".
"Precisamos é de coragem política para tomar as decisões necessárias. Acredito que as pessoas ao redor do mundo esperam que cupramos nossa responsabilidade. E agora".
"O exemplo dinamarquês mostra que crescimento e desenvolvimento sustentável não são incompatíveis. Mas depende de cada governo dar prioridade a isso e agir".
(Connie Hedegaard - Ministra de Clima e Energia da Dinamarca)

 

sábado, 29 de agosto de 2009

Educação Ambiental

Este vídeo mostra como devemos agir. Ainda há tempo para mudanças positivas.